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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Gatos podem salvar vidas

Amantes dos felinos ganharam mais um argumento na eterna discussão: o que é melhor, ter um gato ou um cachorro? Um estudo feito por pesquisadores americanos revela: um gatinho pode salvar sua vida. Segundo a pesquisa, ter um gato como animal de estimação reduz em 30% o risco de você ter um ataque cardíaco.

Os pesquisadores da Universidade de Minnesota em Minneapolis acreditam que ter um felino em casa é relaxante e alivia o estresse -– um dos principais fatores de risco dos problemas cardiovasculares.

Os defensores dos cãezinhos, no entanto, não precisam ficar chateados. Os cientistas acreditam que, apesar de seus resultados não mostrarem o mesmo efeito entre donos de cachorros, eles também devem colaborar para a saúde. Eles afirmam que provavelmente havia menos pessoas com cães do que com gatos entre os participantes do estudo, por razões estatísticas. 

Trabalhos anteriores já tinham indicado que passar apenas 12 minutos com um cão melhorava a função cardíaca e pulmonar de pessoas com problemas no coração.

Os resultados foram apresentados durante a Conferência Internacional sobre Infarto da Associação Americana de Infarto, em Nova Orleans. Ao todo, 4.435 americanos, com idades entre 30 e 75 anos, foram acompanhados. Segundo os dados, 2.435 eram donos de gatos, ou tinham tido um felino no passado. 


Fonte: G1

sábado, 10 de março de 2012

Primeira vacina

Hoje eu fui a outro veterinário, um veterinário messsmo! Não igual aquela louca que me deu um remédio errado. Inclusive ela cometeu bullying comigo! Disse que gato "vira-lata" não precisa de tantas vacinas quanto um de raça e muito menos de uma carteirinha para acompanhar.


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O Dr. Ruby não... Me deu a injeção que precisava, disse que provavelmente eles não me deram (para o adotante gastar no pet deles), porque se não teria sim, ganho uma carteira de vacinação. Ele aproveitou que minha mãe queria saber se eu tinha engordado e me pesou, estou com quase 400g. Descobri que minha pelagem é chamada de "rajado negro" e que sou de uma cruzada com gato do mato, mas que na casa da minha mãe vou perder essas características , quando estiver bem habituado, e mais ainda quando for castrado. Ele disse também que eu devo ter sido bem maltratado antes de vir pra casa da minha mãe, por isso sou bem assustado e tão pequeno, que talvez por causa disso, eu nem cresça tanto quando era para crescer.
Também cortou minhas unhas, e estou ficando menos "grudado" em tudo.
Minha mãe ganhou dele, mas quem vai usar sou eu, uma amostra da ração PremieR e um "manual do filhote". Comi umas bolinhas da ração, é muito boa também! Acho que o manual deu boas dicas para minha mãe :)





Eu continuo brincando de esconde-esconde, achando que ninguém vai me achar.






terça-feira, 6 de março de 2012

Fora do lugar


Essa madrugada não consegui chegar a tempo no “banheiro”, e acabei fazendo coco de baixo da cadeira da sala – acho que minha mãe não percebeu.

Já estou quase conseguindo subir sozinho no final, mas minhas unhas ficam engatando e se torna mais difícil.
Notei que as terças-feiras são especiais, e tenho companhia quase o dia todo. De manhã da minha tia e de tarde da minha mãe.

Quando minha mãe chegou em casa, percebi que ela sentiu o cheiro do meu coco – que ainda não tinha sido descoberto. Mas não levou muito tempo para ele ficar escondido e quando ela descobriu virou uma fera! Me fez cheirar o coco e levei três tapinhas – ela deve pensar que psicologia usada com cachorros funciona. Mas não fiquei de castigo.
O problema foi quando depois, ela descobriu que eu fiz xixi não muito longe do coco. De novo, cheirei o xixi e tapinhas. Dessa vez fiquei preso na cozinha e lavação, o que não me chateou tanto. O ruim mesmo foi ficar sem a ração nova, lembra a de ontem? Então... Como eu gostei muiiiiiiiito dela, claro que sentiria falta.
Espero que amanhã eu ganhe a ração.


sexta-feira, 2 de março de 2012


Pelo que tudo indica já estou recuperado! Corro pra lá e pra cá em casa e quero visitar os outros cômodos, pois estou acostumado a ficar entre a sala, cozinha e lavação.

Não sei o que aconteceu de errado hoje, mas fiquei com a minha tia de manhã de novo, e a tarde com a minha mãe. Hoje nós brincamos de “matar dedinho”, eu tentei trapacear mordendo, mas não deu muito certo.

Não sei quanto engordei, mas aquela “deita” me fez engordar rapidinho e agora estou mais forte. Aprendi a pular do sofá e tudo!

Minha mãe continua dormindo comigo, e isso me deixa feliz. É um tempo a mais que passo com ela.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Dia na faculdade e trabalho


Essa madrugada foi longa, tanto para mim quanto para minha mãe. De duas em duas horas, sem falta, lá estava ela com uma seringa de ração e uma água. As 3h comecei a ronronar, para ela ver que eu estava melhorando.
De manhã fui para faculdade com ela... Algumas horas tinha muito barulho, e eu miava bastante para ela dar uma volta comigo no corredor. Mas ficamos juntos o tempo todo!
                       Eu e minha tia                                                                                                    .                                                                                                                                 Eu e minha mãe

De tarde fomos trabalhar, mas lá não pude ficar o tempo todo com ela. Mas tinha um espaço legal no banheiro. A essa altura eu já estava me sentindo melhor.
Como eu ainda não feito minhas necessidades, minha mãe ligou para Dra Mônica, para saber se isso era normal. Ela disse que coco era normal, pois eu havia absorvido tudo que tinha comido, já que estava a 3 dias sem comer. Mas que eu tinha que fazer xixi, e não tardou para eu fazer.
Quando estávamos quase indo embora do trabalho, senti pela primeira vez o cheiro de chuva.
De noite já consegui andar um pouco pela casa, mas preferia dormir. Nesta noite dormimos juntos de novo.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Visita ao hospital


Nesta madrugada eu vomitei de novo, e acabei preocupando ainda mais a minha mãe. A companhia dela durante a noite foi ótima, mas notei que ela chorou bastante. Estou bem fraco, mas não sei ao certo o que pode ser...

De manhã eu fiquei com a minha tia, e de tarde minha mãe resolveu me levar no pet shop que ela me pegou. Fiquei com medo que ela quisesse me devolver, devido a minha falta de disposição. Mas uma moça começou a mexer em mim e depois enfiou um comprimido na minha goela, que por sinal era muito ruim! Elas conversaram mais um pouco e voltamos para casa.
Ufa! Voltei com ela... Deitamos no sofá e dormimos.

De noite, mesmo depois de ter tomado aquele remédio horrível, não me senti nenhum pouco melhor. Queria apenas ficar dormindo.
Então minha mãe resolveu me levar no Hospital Veterinário Santa Catarina... Teve que pedir carona para nossa vizinha, a Carmem.
No hospital,  a Dra. Mônica nos atendeu. Primeiro ela quis saber do meu histórico, desde que eu estava com a Isabela. Depois a Doutora me examinou, e disse que eu tinha apenas 280g, e deveria ter no mínimo 500g. Então com meus sintomas e peso, ela constatou que eu estava com gases e desidratação, e buscou uma ração em forma de patê para ver se eu comia. O cheiro daquela ração era muito apetitosa, então comi... Minha mãe ficou um pouco frustrada, pois na frente da veterinária eu comi, mas não consegui resistir. Então ela explicou que era uma ração para felinos doentes, que não tinha como eu recusar.
Ela disse que não tínhamos como fazer exame de sangue, porque eu tenho pouquíssimo no meu corpo ainda. Poderíamos fazer soro, mas demoraria horas, já que tenho pouco sangue, teria que pingar uma gotinha a cada 5 minutos, ou então, fazer uma super “dieta” com aquela ração, sendo uma seringa de ração misturada com água, e uma seringa de água. A terceira opção foi à escolhida, e se eu não quisesse comer, teria que ser goela a baixo.
Depois ganhei uma injeção, para não vomitar mais e passar a dor no estômago. Isso me deixou com mais sono ainda.
Chegando no prédio, ficamos esperado a Daisy – que queria me ver , mas eu estava com tanto sono que não me lembro direito.

As 22h minha mãe tentou me dar água, e eu não conseguia acordar, devido ao medicamento da injeção que levei, mas quando ela tentou dar a ração, aquele gosto maravilhoso me despertou!  E depois disso minha mãe teria uma longa noite mal dormida, para fazer eu comer, e teria que seguir essa “dieta” até que eu me comportasse como um “bebê gato normal”.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Primeiro dia sozinho


Minha mãe acordou cedo hoje, veio me ver um pouco antes das 7h. Fiquei solto na cozinha enquanto ela comia. Depois ela ficou um tempo sentada comigo, fazendo bastante carinho. Mas notei que ela percebeu que eu não comi. Estou bem cansado também.
Logo depois ela saiu, e ficou um bom tempo fora. De tarde uma mulher apareceu, limpou a casa e foi embora.
Quando minha mãe voltou, fiquei feliz, mas eu não tinha vontade para fazer nada. Mesmo assim hoje pude conhecer o resto da casa, mas no banheiro e na sacada, não sou bem vindo.

A vendedora do pet shop disse que em hipótese nenhuma era para eu beber leite, mesmo assim, minha tia – assim que minha mãe saiu de casa – resolveu me dar. Pois eu não estava comendo.
Minha mãe surtou quando me viu tomando leite, mas depois deixou, já que era a única coisa que eu estava colocando no estômago. Neste dia ela resolveu que dormiríamos juntos, para ela poder ver certinho como eu fico durante a noite.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Adoção

Hoje apareceu um casal no pet shop querendo adotar um gatinho. Eu não os vi, pois não me deixaram ficar lá em baixo na gaiola com os outros gatinhos. Por sorte a vendedora não (çkk) sabia o sexo do gato que eles escolheram, assim ela subiu para perguntar, e como era uma fêmea, ela me levou junto, já que eles queriam um macho.
A moça me pegou no colo, mas ainda assim, percebi que ela estava em dúvida, se escolheria a mim, ou a fêmea. O namorado dela que achou que eu era mais fofinho, e assim eles me levaram para casa e me nomearam de Panqueca.



Eu estava com aproximadamente 40 dias de vida, já comia ração e tomava água.
No início, na minha casa nova fiquei assustado, afinal, era um ambiente novo, com uma família nova. Mas tudo ocorreu bem, eles respeitaram meu tempo, e depois de várias fotografias esperaram que eu me aproximasse.


Neste dia eu ganhei minha família e uma casinha, minha cama fica na lavação e hoje eu conheci também a cozinha.


PS: O que estiver entre parenteses foi escrito pelo Panqueca, quando ele passou pelo teclado :)